Quiloa

O Quiloa é o primeiro grupo de maracatu da Baixada Santista que se tem registro. Foi fundado em 5 de outubro de 2003 por estudantes da Unesp/SV, músicos e professores, que depois de participarem de um Arrastão de Maracatu de Baque Virado, na Feira Nordestina, em São Paulo, se apaixonaram pelo som dos tambores e começaram a se reunir e pesquisar essa manifestação centenária, que tanto engrandece as raízes culturais do nosso país, além de ter construído como principio a meta de realizar um trabalho com a comunidade onde está inserida, fazendo com que as novas gerações respeitem o maracatu e não deixem que o conceito e a riqueza desta manifestação se perca ao longo do tempo e das inúmeras influências.

Liderado por Felipe Romano e Melina Cabral, o grupo começou a se reunir em uma república formada por estudantes da Unesp, chamada Senzala, onde começou a se pensar uma melhor maneira de aprender sobre o maracatu e despertar o interesse de mais pessoas para construir junto essa idéia de grupo. Com o apoio do Centro Acadêmico, os ensaios começaram a se realizar na própria faculdade.

Em setembro de 2004, diante da necessidade de aprimorar seus conhecimentos, o grupo, até então sem nome, decidiu convidar integrantes do grupo Viralatisse, Luiz Gustavo Silviano, Gledson Lima e Maria Carolina, para realizar uma oficina dentro das atividades da Semana da Biologia.

Em 2005, já com o nome Quiloa, foram realizadas apresentações em Guarulhos e Cubatão, no show do cantor Celso Lago. Na semana da Biologia, o grupo ministrou uma oficina de maracatu, com a participação da ONG PROECO, iniciando, a partir daí uma parceria em outras atividades, como oficinas na ONG e abertura da encenação da Vila de São Vicente no ano seguinte, parceria que dura até hoje, com representantes da PROECO que se tornaram integrantes do grupo, além de compartilhar formação com mestres das Nações de Recife.

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