Divulgue as informações do seu grupo e Nação!

Olá pessoal do batuque! Saiba que o portal é nosso e se tiver algum evento, oficina ou tocada que seu grupo e/ou Nação vai realizar, nos deixe informados pelo e-mail [email protected] ou até por mensagem na nossa página no Facebook.

O Portal quer aproximar todos que se dedicam a este patrimônio imaterial brasileiro e assim vamos nos ajudando, uns aos outros, como uma grande família do Maracatu!

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Grupo Maracaatômico promove a 2ª Festa para Ogum

Com proporção maior que a primeira, a 2ª Festa para Ogum acontecerá neste sábado, 23 de abril – dia de comemoração ao santo sincretizado São Jorge. O grupo percussivo Maracaatômico vai promover uma grande celebração de fé em homenagem ao seu patrono a partir das 18h na Rua da Guia, no Bairro do Recife. A entrada é gratuita e terá a participação de atrações como o Nação do Maracatu Porto Rico e o Grupo Bongar.

A proposta da festa, segundo Rodrigo Fernandes (um dos diretores do grupo) , é fazer também com que os simpatizantes da cultura afro tenham um dia pra valorizar suas tradições. E pontuou: “Toda a festa foi feita através de parcerias e doações. Nosso objetivo é também combater a intolerância religiosa, o preconceito e a discriminação”.

O evento será celebrado por babalorixás convidados, e terá apresentações de grupos de cultura popular. Entre elas estão Mestra Ana Lúcia e Raízes do Coco, Afoxé Povo de Ogunté, Sítio de Pai Adão, Afoxé Oya Tokolê, Trinkda, Nação do Maracatu Porto Rico, Maracaatômico e, por fim, o Grupo Bongar.

Maracaatômico Convida

Fonte: Portal Cultura.PE

Naná Vasconcelos deixa saudades e um legado de excelentes obras.

Naná abriu o Carnaval do Recife nos últimos 15 anos, acompanhado do cortejo que uniu as diferentes Nações de Maracatu por meio deste projeto. Neste ano de 2016 eram 11 Nações de Maracatus, 04 tribos de Caboclinhos e 20 Caboclos de Lança do Maracatu Rural.
“Era muito difícil você colocar as Nações para tocar junto, e Naná com toda a humildade conseguiu conversar com os mestres, sentar com todo mundo e fazer essa unificação dos baques. Unir todas as nações em um baque só, na proposta de um projeto de abrir o Carnaval do Recife”, conta Chacon Viana, Mestre da Nação Porto Rico – homenageada no Carnaval 2016.

Quando tinha apenas 12 anos, Naná já tocava profissionalmente em bares e clubes noturnos – onde lhe exigiam até autorização judicial, junto com seu pai.
Aprendeu a tocar sozinho, usando panelas e penicos de casa, ainda quando criança. Não frequentou aulas de música, tão pouco ingressou na faculdade, mas em uma entrevista ele explicou: “Quando você aprende teoria musical por livros, precisa sempre consultar os textos. Quando você aprende com o corpo, é como andar de bicicleta. Seu corpo se lembra.”

Ganhador de oito Grammys, em dezembro de 2015 Naná recebeu título de doutor honoris causa pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Autodidata, colaborou com nomes como Egberto Gismonti, Pat Metheny, além de ter produzido o primeiro álbum do Cordel do Fogo Encantado.

É uma inestimável perda para a humanidade, mas o legado deixado para a sociedade e especialmente com as aberturas dos Carnavais de Recife-PE enchem de orgulho o povo brasileiro e principalmente os brincantes do Maracatu que tiveram oportunidade de estar com o Mestre Naná.
Com certeza está num bom lugar.
Com sinceros sentimentos da equipe maracatu.org.br.

Carnaval 2016

Ao todo, 11 modalidades disputaram os títulos de Melhores do Carnaval 2016: Troças Carnavalescas, Clubes de Frevo, Clubes de Boneco, Blocos de Pau e Corda, Maracatus de Baque Solto, Maracatus de Baque Virado, Caboclinhos, Tribos de Índios, Bois de Carnaval, Ursos (La Ursa) e Escolas de Samba.

O centenário Maracatu Nação Porto Rico, homenageado do Carnaval do Recife deste ano, também conquistou o título de campeão do Grupo Especial. O Maracatu Nação Estrela Brilhante do Recife e o Maracatu Nação Leão da Campina conquistaram o segundo e terceiro lugares, respectivamente.

O Concurso de Agremiações Carnavalescas é uma realização da Prefeitura do Recife, através da Secretaria de Cultura e Fundação de Cultura Cidade do Recife. A apuração aconteceu no Pátio de São Pedro no dia 11 de fevereiro.

Mais informações: Carnaval Recife

Patrimônios Culturais Imateriais do Brasil: Maracatu Nação, o Maracatu Baque Solto e o Cavalo Marinho.

O Maracatu Nação, Maracatu Baque Solto e Cavalo Marinho – expressões culturais e musicais repletas de simbologia – foram tombados como Patrimônio Imaterial do Brasil. A decisão foi tomada por unanimidade durante reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, do IPHAN, no dia 03/12/2014 em Brasília (DF).

Quem comemorou o título dado aos maracatus e cavalo marinho foi Fábio Sotero, presidente da Associação dos Maracatus Nação de Pernambuco e que acompanhou desde o início o processo de construção da candidatura ao título de Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. “Participei da equipe que fez o Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC), e foi um processo de muito envolvimento e fortalecimento dos Maracatus Nação. Este é um passo importante, porque somos uma das manifestações culturais mais antigas deste estado”, explica Fábio Sotero.

Segundo ele, existem cerca de vinte e cinco grupos de Maracatu Nação em Pernambuco e deste total, entre dez a quinze estão ativos. “Esta titulação com certeza nos trará mais respeito e vai fortalecer principalmente os maracatus menos conhecidos”, reforça Fábio.

Maracatu Nação

Também conhecido como Maracatu de Baque Virado, apresenta conjunto musical percussivo e um cortejo real que sai as ruas durante o carnaval. No cortejo, há rei, rainha e outros personagens como baianas e orixás. Esse maracatu é entendido como forma de expressão que congrega relações comunitárias, compartilhamento de práticas, memória e fortes vínculos com o sagrado.

Maracatu Baque Solto

Ocorre durante as comemorações do Carnaval e da Páscoa. Compõe-se de dança, música e poesia e está associado ao ciclo canavieiro da Zona da Mata. As apresentações ocorrem na Região Metropolitana do Recife e outras localidades. Os mais antigos maracatus têm sua origem em engenhos por trabalhadores rurais, trabalhadores do canavial, cortadores de cana-de-açúcar, entre fins do século XIX e início do XX.
Diferente do Maracatu Nação, o Maracatu Baque Solto é um resultado da fusão de manifestações populares, como Cambindas, Bumba-meu-boi, Cavalo Marinho e Coroação dos Reis Negros.

Cavalo Marinho

É uma brincadeira popular que envolve performances dramáticas, musicais e coreográficas durante o ciclo natalino. Quem participa, em geral, são os trabalhadores da Zona da Mata, mas também há apresentações na região metropolitana do Recife e de João Pessoa (PB), entre outras localidades.
No passado, tinha lugar nos engenhos de cana-de-açúcar. Durante a apresentação, representam-se cenas do cotidiano e do mundo do trabalho rural, com variado repertório musical, poesia, rituais, danças, linguagem corporal, personagens mascarados e bichos, como o boi e o cavalo (que dá nome à brincadeira).

Fontes: Ministério da Cultura e Portal Cultura.PE

60 dias para o Encontros 2013

A Equipe do EncontroS 2013, anunciou semana passada lançamento das atividades para a realização do evento!

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O EncontroS 2013 ocorrerá no Quilombo Campinho da Independência, na BR 101, KM 584 em Paraty-RJ entreo os dias 15 e 17 de Novembro.

A grande iniciativa em receber o projeto vieram de pessoas, batuqueiros e os próprios moradores da cidade de Paraty-RJ. A parceria foi concretizada com o apoio e incentivo da Secretaria de Cultura do Município de Paraty e da Associação de Moradores do Quilombo Campinho da Independência.

A História do Quilombo do Campinho

O Quilombo Campinho da Independência, comunidade afro-rural está localizado na Região da Costa Verde, pra ser mais preciso, em meio à cobiçada beleza paratyense. Organizado por 3 bravas mulheres, ex-escravas, da Fazenda Independência, Antonica, Marcelina e Luíza, que na segunda metade do século XIX, com a decadência econômica da região e a consequente falência das várias fazendas do local, receberam as terras, agrupando nela o povo que ao longo dos tempos tem resistido social, econômica, ambiental e culturalmente.

Após 3 décadas de luta judicial, recebeu das mãos da governadora em exercício do Estado do Rio de Janeiro,  Benedita da Silva, no ano de 1999 o título de propriedade definitiva do seu território como comunidade remanescente de quilombo, baseada no artigo 68 das Disposições Transitórias.

Hoje desenvolve um programa de Turismo Étnico-Ecológico para melhorar a vida do povo quilombola. Possui uma Casa de Artesanato e um Restaurante Comunitário, que oferece a melhor feijoada da região, incentiva a agroecologia e serve como palco de maravilhosos momentos culturais.

ACESSE O SITE: QUILOMBOCAMPINHODAINDEPENDENCIA.BLOGSPOT.COM.BR

 

O Quilombo do Campinho e os Quilombolas residentes desta comunidade afro-rural abrirão seu espaço para nos receber e estão muito felizes por estabelecer esta troca com o evento, a comunidade local estará participando do evento livremente como contrapartida do espaço. Assim como irão ajudar na logística, refeições e apresentações.

Veja no site do Encontros tudo o que precisa saber. 

Hospedagem

Diferente do ano passado, as acomodações ficarão por conta dos participantes. Foram feitas indicações de campings e pousadas próximos à sede do evento, e os administradores da hospedagem já firmaram parceria com o evento.

Veja a Lista Completa de Acomodações

A Equipe pede a contribuição de todos os participantes para cuidar do espaço e do ambiente que será gentilmente cedido. Ressaltaram que não será de responsabilidade da Equipe da Organização acomodar os participantes.

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Cronograma

13/09/2013 – Abertura de inscrições – Inscrições limitadas a 250 pessoas

25/10/2013 – Encerramento dos pagamentos de inscrições;

02/11/2013 – Proposta de cada grupo fazer um Cortejo nas suas localidades para marcar a abertura do Encontros que tradicionalmente ocorria nesta data;

Evento

15, 16 e 17 de novembro de 2013 – Feriado da Proclamação da República
A Estrutura base será a do Restaurante do Quilombo, mais Duas tendas para os bate papos, vivências, apresentações e confraternizações.

Local

Quilombo Campinho da Independência de Paraty.
Estrada Rio Santos BR 101 que liga Paraty a Patrimônio no KM 584;

Valores

LotesValoresData de pagamento
1º Lote a vistaR$ 130,00Até 21/10/2013
2º Lote a vistaR$ 150,00Até 11/11/2013
Ficha de Inscrição

Pelo valor pago cada participante terá acesso aos seguintes itens

Entrada – Camiseta – Programação – Adesivo – Alimentação

Alimentação

No Restaurante do Quilombo, serão oferecidas as refeições, elaboradas com produtos locais, agroecológicos e com todo sabor da comida Quilombola!

Almoço e Jantar para Sexta-feira – 15/11

Almoço e Jantar para Sábado – 16/11

Almoço para Domingo – 17/11

Convidados

  • Mestre Afonso Aguiar Filho do Maracatu Leão Coroado (confirmado)
  • Mestre Gilmar Santana do Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu (confirmado)
  • Mestre Toinho do Maracatu Encanto da Alegria (à confirmar)
  • Rei Clovis do Maracatu Encanto da Alegria e batuqueiros das Nações (à confirmar)

A Equipe ressalta que apoia Grupos ou Pessoas que queiram realizar parcerias para trazer outros Mestres e convidados e que estão contatando Nações e Batuqueiros de Pernambuco para  participarem com a condição de oferecer hospedagem e alimentação, mas não o translado.

Maiores esclarecimentos envie email para encontros (arroba) maracatu.org.br

Mapeamento do Maracatu

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TECNOLOGIA SEM FRONTEIRAS

O QUE É?

O Maracatu.org.br criou o Mapeamento de Grupos e Nações de Maracatu de Baque Virado. Esta nova plataforma digital pretende reunir informações sobre grupos e nações de maracatu de todo o mundo, de maneira visual.

 POR QUE FOI CRIADO?

No início do projeto EncontroS 2012, a equipe desenvolveu uma pesquisa para reunir os interesses e sugestões dos grupos em relação ao projeto, com isso foram coletados diversos dados sobre a configuração atual de cada grupo que respondeu. Até a concretização do projeto, em novembro, a pesquisa tinha recebido 78 respostas de todo o mundo; dentre elas estão presentes grupos de maracatu, grupos percussivos que trabalham o gênero e também Nações.

Com o desenvolvimento do projeto e a parceria com o portal Maracatu.org.br, que fez o site do Encontros, ficou nítido o interesse de todos de publicar de alguma forma esse grande número de dados acumulados. Desta forma customizamos uma tecnologia que organiza as informações de maneira georeferenciada.

 COMO FUNCIONA?

Foi feito com o Tema para WordPress Mapas de Vista, criado pelo HackLab. Ela permite a criação de pontos nos mapas para receberem conteúdos. Os Grupos e/ou Nações que tiverem interesse de participar devem responder a pesquisa. Este é um trabalho permanente que pretende agregar o máximo de informações de Nações e Grupos nesta plataforma digital. Participe!

ACESSE AGORA O MAPEAMENTO.MARACATU.ORG.BR 

Nova versão do Site!

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Olá Brincantes!

É com muito prazer que anunciamos o novo portal Maracatu.org.br com muitas novidades e rodando com a nova versão do WordPress, 3.5. Foram quase dois meses de trabalho, confira.

Saiba as Novidades

  • O portal foi todo refeito e atualizado, com recursos extras e novos Temas para criação do sites disponíveis. Você pode ver uma demo do site em funcionamento. Saiba Mais.
  • Podemos criar facilmente novos sites para os novos integrantes que estão por vir, as inscrições estão abertas novamente! Confira.
  • O Login de todos os sites foi unificado e você pode usar sua conta do Facebook para entrar. Veja.
  • O Portal vai manter o seu próprio Blog com colunistas convidados e matérias sobre o Maracatu.
  • Estamos definindo diversos plugins (complementos) do WordPress para o uso do Facebook, Twitter, Upload de Músicas, Fotos e Vídeos. Estaremos disponibilizando continuamente documentação sobre o uso dessas ferramentas.
  • Agora o Portal vai ter uma newsletter bimestral, faça o seu cadastro e receba as novidades de nossa Rede. Se tiver interesse em publicar algo escreva para [email protected].
  • Estamos remodelando a Central de Ajuda do Portal, um lugar de referência para quem está fazendo.maracatu.org.br.
  • Todas as dúvidas em relação ao uso da ferramenta pelos Grupos e Nações deverão ser enviadas para o email [email protected]

A lista [email protected] ja está ativa, inscreva-se!

Uma lista de e-mails de Grupos e Nações para ajudar na formação de uma Rede de ações foi criada. As mensagens da lista estarão sujeitas a moderações. Serão exclusivamente aceitas mensagens sem fins comerciais contendo: informações sobre o Maracatu; Ações da rede de seus Brincantes; Divulgação de trabalhos, projetos e apresentações de Maracatu de Baque Virado.

Inscreva-se na lista 

Mapeamento do Maracatu

Customizamos uma solução de de Georeferenciamento para fazermos o Mapeamento dos Grupos e Nações ao redor do planeta. Saiba mais.

Veja o Mapeamento

Em breve mais novidades!

Maracatu Sem Fronteiras

O projeto Encontros é formado por pessoas que compartilham algo em comum: a paixão pelo maracatu. Este gênero percussivo, originário de Pernambuco, está espalhado pelo mundo e promove a união entre pessoas sem distinção. É a partir desta reflexão que nasce o projeto, com o desejo de integrar e agregar à todos aqueles que se motivam e reproduzem esta arte por todos os horizontes. EncontroS, assim mesmo: no plural, unirá indivíduos que se conectam através dessa manifestação cultural.

Foram 3 dias com apresentações, oficinas e confraternização, os dias 2, 3 e 4 de novembro de 2012, contando com a participação de Mestres e referências dos diversos aspectos dessa cultura.

Se trata de uma iniciativa independente e que busca a coletividade sem fronteiras! Não há nenhuma forma de patrocínio, portanto estamos unindo muita iniciativa e cooperativismo para atingir a plenitude dessa proposta.

Esse projeto parte de uma iniciativa autonoma e coletiva caixa zero, portanto para sua realização, contamos com o envolvimento dos apaixonados pelo Maracatu.

Saiba mais acessando encontros.maracatu.org.br 

Lançamento do DVD Maracatu Nação

Opa! No dia 26 de Fevereiro de 2011 as 19:30 será o lançamento do DVD Maracatu Nação, publicação organizada por Climério de Oliveira Santos e Tarcísio Soares Resende, também autores do Batuque Book. Na programação estão apresentações dos Maracatus Nação Porto Rico, Nação Encanto da Alegria e Nação Leão Coroado.

Sobre o DVD:

Com legendas em ingles,frances e espanhol,este DVD focaliza os tradicionais maracatus de baque virado Leão Coroado,Porto Rico e Encanto da Alegria;é constituído de:um documentário-Que baque é esse?[54′];quatro workshops[54′]-sendo tres aulas de batuque com mestres dos maracatus tradicionais e uma sobre confecção de alfaia(tambor);um curta:Grupos de Percursão[4′]documentário sobre a expansão do maracatu pelo mundo;oferece ainda um rico encarte(30 páginas em cores,bilíngue) e partituras para download.

Outras notícias sobre o DVD Maracatu Nação.

Nós no WordCamp Curitiba

O projeto maracatu.org.br está em Curitiba no encontro de desenvolvedores, designer e blogueiros que trabalham ou vivem com o WordPress, nosso querido software por trás do portal.

Diego Rojas e Everaldo Matias, da equipe do portal ficarão nos dois dias do eventos e no Domingo farão uma oficina presencial com o grupo de Maracatu de Curitiba, o Estrela do Sul. Que também está solidariamente os hospedando! Salve a cultura do Maracatu!

O projeto foi escolhido para realizar uma fala de estudo de caso no evento. Confira na programação e procure se informar mais sobre o evento e sobre a comunidade WordPress Brasil.

As palestras do WordCamp Curitiba estão disponíveis na WordPress.tv, veja a de Diego Rojas sobre o projeto:

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Lista de Inscritos – Sejam bem vindos!

O Maracatu.org.br nasceu no ano de 2009 com o objetivo de criar na internet um espaço de referência sobre a cultura do Maracatu de Baque Virado. Partindo da premissa de que tal espaço só faria sentido se fosse construído pelos próprios brincantes desta cultura o projeto foi estruturado da seguinte maneira: Nações e Grupos de Maracatu de Baque Virado podem receber endereços de internet como suanacao.maracatu.org.br ou seugrupo.maracatu.org.br e participar de oficinas sobre como administrar seus sites e publicar seus conteúdos. Além disso os sites ficam interligados por meio de uma página que organiza as ultimas notícias e os últimos comentários publicados em todos os sites. Simples assim!
Em 2009, 5 grupos do Estado de São Paulo (com o patrocínio do Programa VAI), deram início ao portal que já conta com mais de 35 mil acessos. No ano de 2010 o Maracatu.org.br abriu novas inscrições para Nações e Grupos de Maracatu participarem do portal e entre os meses de Maio e Junho, 18 Grupos de Maracatu e uma Nação se inscreveram. Na lista estão 8 grupos do Estado de São Paulo, 2 grupos do Estado do Rio de Janeiro e 2 grupos de Pernambuco, além de um grupo por estado nos estados do Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais e Alagoas. Completando nossa lista 2 grupos de fora do país, um de Barcelona – Espanha e outro de Toronto – Canada e a Nação do Maracatu Porto Rico, primeira entre as Nações de Maracatu a integrar o portal.

Agora é trabalhar! Dos grupos de São Paulo 5 foram selecionados para receber oficinas presencias (patrocínio do PROAC), os demais receberão suporte remoto (por skype, email, telefone, video-tutorias e afins) e aos poucos continuaremos a construção desta rede. Em alguns dias todos os novos participantes vão receber por email o kit de inscrição completo, instruções detahadas sobre o projeto e um telefonema de um dos integrantes da equipe para batermos um papo!

Abaixo esta a lista de inscritos, sejam todos bem vindos!

Inscritos:

Grupo de Estudo do Baque Virado (GEBAv) – Rio de Janeiro – Rio de Janeiro

Grupo Capivara – Blumenau – Santa Catarina

Grupo Maracatuca – Campinas – São Paulo

Maracatu Mandacaru – Barcelona – Espanha

Pernambucar-te – Recife – Pernambuco

Maracatu Cruzeiro do Sul – Rio Claro – São Paulo

Grupo Maracatu Palmeira Imperial – Paraty – Rio de janeiro

Mucambos de Raiz Nagô – São Paulo – São Paulo

Porto Maracatu de Piracicaba – Piracicaba – São Paulo

Grupo Maracatu Porto Primavera – Rosana – SP

Coletivo AfroCaeté – Maceió – Alagoas

Baque de Bamba – Ontario, Toronto – Canadá

Maracatu Leão da Vila – Sorocaba – São Paulo

Mucambo – São João Del Rei – Minas Gerais

Grupo Cultural Baque das Ondas – Recife – Pernambuco

Grupo Rochedo de Ouro – São Carlos –  São Paulo

Grupo Estrela do Sul – Curitiba – Paraná

Maracatu Baque do Vale – Taubaté – São Paulo

Nação do Maracatu Porto Rico – Recife – Pernambuco

Ps. Os grupos que já fazem parte do portal são: Maracatu Ilê Aláfia, Cia Porto de Luanda, Maracatu Bloco de Pedra, Cia Caracaxá e Maracatu Quiloa. Agora o portal passa a contar com 23 grupos e 1 Nação!

Ps2. Mais informações sobre o portal leia a carta de intenções.

Maracatu pra Tu

Num universo de batuques africanos, vozes abafadas e uma história de corte real surge um ritmo que, mesmo que você tente, não te deixa ficar parado.

Por Rogério de Lima – Fonte: www.ruadebaixo.com

O Brasil é formado por uma miscelânea incalculável de ritmos e expressões culturais. Musicalmente falando, o samba, que antes era chamado de rumba pelos norte-americanos, é um dos ritmos que mais se destacaram internacionalmente, principalmente na figura da portuguesinha super brasileira Carmen Miranda. Mas existem diversos outros ritmos, como abossa nova, o chorinho, o forró, o frevo, o côco, a tropicalha, a catira, o vanerão, a músicacaipira, enfim, uma infinidade de sons. Essa nossa forma de gestação fez crescer aqui uma barafunda étnica que nos diferencia justamente pelo jeito “miscigenado” de ser. E dentre tantas misturas, vou falar um pouco de um ritmo tipicamente brasileiro e, o que não posso deixar de dizer, tipicamente miscigenado: o Maracatu.

Mas pra falar do Maracatu é preciso antes explicar um pouco de como eram as festas celebradas no período colonial – 1500–1808. Naquela época, o Brasil era basicamente composto por índios, negros, jesuítas e portugueses. Para amenizar um pouco das tensões culturais e religiosas da época, adaptaram a história dos Reis Magos para representar cada um desses povos que aqui habitavam; O Rei Bronzeado representava os índios, o Rei Negro, os povos traficados da África, o Rei Branco, os portugueses e a história do nascimento de Jesus representando os Jesuítas, concepção que, se não for criativa, é, no mínimo, interessante. Dessa vertente, evoluíram outros movimentos que ainda estão vivos por aqui, como o bumba-meu-boi, cheganças e pastoris.

Entre as diversas manifestações negras que existiam no Brasil, o auto de Coroação do Rei do Congo, ou a Congada, fruto dessas primeiras cerimônias, era uma das poucas festas autorizadas pelos senhores coloniais portugueses do Estado do Pernambuco, em Recife (nordeste brasileiro). Ela reunia os valores tribais de Angola e do Congo às tradições Ibéricas. Tratava-se de uma procissão animada por danças, músicas e cantos que acabavam em frente à igreja do Rosário, santa adotada pelos povos africanos. Neste ponto, toda a corte e seus vassalos assistiam à coroação do Rei do Congo e da Rainha Ginga de Angola. Esta corte era representada por todos os estratos sociais existentes num castelo, tais como: o rei, a rainha, a dama de honra do rei e da rainha, o duque, a duquesa, o conde, a condessa, os vassalos, o porta-estandarte, o guarda coroa, o corneteiro, os batuqueiros, etc… Tudo isso, claro, encenado por negros. É desta manifestação que nasceram os primeiros vestígios do Maracatu que conhecemos.

Quando em 1888 foi assinada a Lei Áurea, instrumento político que libertou os negros da escravidão, o Maracatu perdeu gradualmente o caráter de cortejo e passou a fazer parte das festividades do carnaval, sem perder, é claro, o cunho religioso que, com a prerrogativa da abolição, passava a fazer livre menção aos deuses do panteão africano.

Essa manifestação se tornou tão importante para esses povos que, no entorno do Maracatu, os grupos passaram a se reunir para tratar de outros assuntos que não tinham a ver exclusivamente com a festa, e sim com os problemas sociais e cotidianos. Geralmente, a rainha que era coroada no cortejo também era a mãe de santo das vilas e sua autoridade – social e religiosa –  era respeitada não somente nas festas, mas durante todo o ano.  A esses grupos foi dado o nome de Nações ou Maracatu de Baque Virado. Existiram diversas nações em Recife como, por exemplo: Nação Elefante – fundada em 1800, Nação Leão Coroado de 1863, Nação Estrela Brilhante de 1910, Nação Indiano de 1949 e Nação Porto Rico do Oriente – fundada em 1967. Cada qual com sua filosofia, as nações desfilavam nos carnavais e disputavam para saber quem seria a melhor daquele ano.

As características sonoras do Maracatu

Alguns pesquisadores afirmam que o nome Maracatu era utilizado como senha para informar que policiais do reino estavam à espreita. A fonética da palavra “ma-ra-ca-tu” tem o mesmo ritmo dos baques do tambor “tá-tá-tá-tum”.

O batuque é formado pelos seguintes instrumentos percussivos:

A alfaia: Tambores feitos em madeira e com couro animal, responsável pelo som grave e pela marcação do ritmo;

Caixa: Tambores agudos, alguns feitos de madeira outros de metal. Geram o som de rufos e preenchem o espaço sonoro das alfaias;

Gonguê: Instrumento de metal em formato de sino;

Ganzá: Instrumento cilíndrico e oco com pedrinhas em seu interior;

Agbê: Uma cabaça envolvida por miçangas trançadas.

Outros objetos fazem parte da festa, tais como: o porta-estandarte, que carrega o emblema da nação, e a Calunga, uma grande boneca de cera que, de acordo com as tradições, carrega os poderes daquele grupo.

As toadas são os cantos. Ela sempre é invocada pelo Tirador de Loas – aquele que puxa o canto – e os demais integrantes respondem ao chamado.  Os cantos referenciam a corte, a religiosidade, as tradições da nação e os valores africanos.

Esse é um canto da Nação Estrela Brilhante onde os integrantes apenas repetem o canto do Tirador:

Olha a costa velha é nagô afã

Estrela Brilhante é nação germana

vejo que na Estrela tem um brilho sem igual

uma luz tão fagueira ilumina a corte real

Nesse outro canto, também da Estrela Brilhante, fica visível a influência da corte portuguesa na composição das toadas. Neste caso, os integrantes respondem aos chamados do Tirador:

[ T ] Dança rainha, vassalo e escravo / [ I ] todos lanceiros e a corte real

[ T ] toque o batuque no baque virado / [ I ] dama de passo escute o compasso

[ T ] vem meu rei, embaixador e princesa também catirina olhe o baque

[ I ] zuando é o Estrela que já vem chegando

* [ T ] – Tirador perguntando

[ I ] – Integrantes respondendo

Maracatu de Baque Solto ou Maracatu Rural

Maracatu de Baque Solto ou Maracatu Rural foi uma linha que nasceu na segunda metade do século XX, no interior do estado de Pernambuco, na região dos grandes canaviais.

Inicialmente, a festa era formada apenas por homens e não fazia referência à corte. Mais tarde, sob influência do Maracatu de Baque Virado, passou a aceitar as mulheres e até coroar reis e rainhas. A Valéria Alves, 24 anos, estudante de Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, a PUC, explica que “em alguns grupos, a mulher não pode fazer, em hipótese alguma, parte da percussão, restando para elas os cantos”.

Na formação, utilizam-se também muitos instrumentos de sopro, como clarinete, saxofone, trombone, corneta e pistão. Já na percussão ficam a zabumba e a cuíca. A marcação é muito mais rápida e constante que o Maracatu de Baque Virado. Os foliões, com uma indumentária que chega a pesar 30 kilos, dançam de maneira mais curvada, o que referencia a cultura do corte de cana, no momento em que as pessoas precisam se abaixar para cortá-la na raiz.

O maior representante do Maracatu Rural foi o Mestre Salustiano, falecido em 2008, que, em entrevista dada no I Encontro Sul-Americano de Culturas Populares, afirma que, “a (disseminação) da cultura sempre viveu na mão de gente sofrida e agora é que está sendo reconhecida”. Isso demonstra um pouco de como sobrevive essa modalidade de Maracatu. Apesar de recente, ela foi importantíssima na concepção de novas linguagens musicais. Com um baque mais acelerado, a inserção de outros elementos mais agressivos, como o Rock, fica mais orgânica. Hoje já são 12 mil integrantes, formando 108 grupos de Maracatu Rural, espalhados em Pernambuco.

As manifestações atuais

Atualmente existem diversas vertentes para o Maracatu. Há os que defendem que ele deve ser mantido inalterado, sem modificação de sua matriz histórica, e os que adaptam às diversas linguagens contemporâneas.

Um exemplo de adaptação foi o Mangue Beat, movimento nascido em Recife na década de 90. Liderado pelos artistas Chico Science, do Nação Zumbi, e Fred 04, do Mundo livre S/A, a música brasileira presenciou uma revolução que não via desde a tropicália. Existiam outros movimentos na cena, mas todos com os pés fincados na cultura norte-americana. O Mangue Beat quebrou os padrões ao se apropriar dos 4 por 4 gringos, inserindo neles elementos do Maracatu Rural que fora inspirado nos arranjos de Mestre Salustiano, e na cultura local de Recife, principalmente fazendo referência ao mangue, o ecossistema mais rico do planeta.

Vítima em 1997, aos 33 anos, de um acidente automobilístico, Chico Science deixou um legado cultural inestimável. Foi a partir do lançamento do seu primeiro álbum, “Da Lama ao Caos”, em 1993, que nada mais foi como antes na música. Ele viajou em turnê pela Europa e Estados Unidos e abriu o show do Gilberto Gil no central park.

O movimento esquentou tanto os ouvidos de quem há muito tempo procurava algo inovador que, daí por diante, Recife se abriu novamente para a cena musical. Ao lado de Chico Science, outros músicos como Oto, Mestre Ambrózio e Cordel do Fogo Encantado ainda movimentam públicos pelo mundo inteiro seguindo a mesma linha de misturar as sonoridades atuais com elementos da cultura raiz de Pernambuco, como o Maracatu, o côco e o frevo.

A figura de Chico foi tão importante para a música que, de 4 de fevereiro a 4 de abril de 2010, o Itaú Cultural – braço cultural de um banco brasileiro – promoveu em São Paulo uma mostra sobre a vida e obra do Idealizador do Mangue Beat. Entre vídeos, fotos e salas decoradas com temas relacionados à cultura pernambucana, foram realizados diversos debates. Em um deles esteve presente Beco Dranoff – produtor musical brasileiro que vive em Nova Iorque, Borkowski Akbar – produtor do festival alemão Heimatklange, que significa “sons da terra”, Fred 04 – já mencionado, Bill Bragin – diretor de programação do Lincoln Center, em Nova York, Carlos Eduardo Miranda – entusiasta da cena mangue e produtor musical em Porto Alegre, e Paulo André Pires – Parceiro, amigo e produtor musical de Chico Science. “A coisa foi tão boa que, 13 anos depois, estão fazendo debate sobre o que Chico e Fred 04 criaram”, explica Beco Dranoff, e finaliza: “o movimento contribuiu para que o mundo e o Brasil voltassem os olhos para a cultura popular de Recife”.

Seguindo uma linha tradicional, inclinados, direta ou indiretamente, pelo boom do Mangue Beat, nasceram outros grupos mais tradicionais a fim de resgatarem as linhas raiz do Maracatu de Baque Virado. Um destes grupos é o grupo Bloco de Pedra que, desde 2001, abre a escola pública Alves Cruz, no bairro do Sumaré, em São Paulo, para oficinas de construção de instrumentos e estudo de ritmos do Maracatu. Vanessa Cristina, 22 anos e Patrícia Ferreira, 23 anos, ex-integrantes do grupo, contam que no início eram poucas pessoas e que hoje são mais de 600 por ensaio. Elas alertam que os grupos em São Paulo não podem ser caracterizados como Nação, pois nesses trabalhos são explorados apenas os cantos e os ritmos.

Nessa busca pelos grupos em São Paulo, eu visitei o grupo Caracaxá, que faz suas oficinas abertas ao público, às quintas feiras, dentro da Universidade de São Paulo – USP. No dia da visita aconteceu algo bem interessante e que mostra como é o envolvimento das pessoas com oMaracatu, mesmo que fora de Recife.  Uma das integrantes, a Cybelle, veio a falecer, vítima de um câncer. Em função deste fatídico acontecimento, deixei a entrevista de lado e pedi autorização para apenas estar com eles neste ensaio, que seria feito em homenagem à Cybelle. Quebrando os padrões dos ensaios foi hasteado o estandarte e, apesar da dor, todos tocaram e cantaram as toadas com muito mais força, numa cerimônia quase ritualística. Isso mostra como o Maracatu, ainda que não seja vivenciado com todos os preceitos da Nação, cria um relacionamento muito forte entre os integrantes.

É comum que esses movimentos façam os arrastões (desfile) pelas avenidas paulistanas. No dia 29 de novembro do ano passado (2009), diversos grupos do estado de São Paulo tomaram as ruas do centro da cidade com seus tambores e mostraram o que é a cultura do Maracatu. As pessoas que passavam se encantavam com o cortejo das alfaias e das mulheres com suas saias rodadas e coloridas.  De mansinho, o arrastão levou o público em seu trajeto que começou e terminou no Largo do Paissandu, centro velho de São Paulo.

A repercussão desta cultura tipicamente brasileira é tão representativa que já existem grupos espalhados pelo mundo inteiro: o Baque Forte, em Berlin, o Brighton Maracatu, na Escócia, o Maracatu Estrela do Norte, em Londres, o Maracatu Nunca Antes, em Toronto,  Maracatu NY, em Nova Iorque, Nation Stern der Elbe,  em Hamburgo, Alemanha, e Maracatu Macaíba, em Nantes, na França.

De 2 a 4 de julho de 2010 ocorrerá o 4º Encontro Europeu de Maracatu. O evento de três dias ocorrerá em Paris e contará com a presença de mestres de Maracatu de todo o mundo.  Para participar do encontro organizado pelo grupo Maracatu Nação Oju Obu é preciso pagar uma taxa de 50 euros. As vagas são limitadas em 350 pessoas e em janeiro deste ano já contavam com 205 confirmados.

Maracatu é uma expressão tipicamente brasileira e a cada dia ganha mais adeptos no mundo. Nascida do sincretismo religioso, agrega em sua essência traços da cultura ibérica e dos afro-descendentes brasileiros. Fruto de nossa concepção miscigenada, ela se relaciona com todos os nossos arquétipos sociais e psicológicos. Talvez por isso ganhou tanta força e tanta expressão de brasilidade afro.

Meu nome é Rogério Lima, sou brasileiro, paulistano da gema, amo esse pedaço de fim de mundo cosmopolitano e passarei a corresponder sobre cultura brasileira para o site Ruadebaixo. Como bom canarinho, minha casa estará aberta para quem quiser saber um pouco mais sobre nós. De cá, chamo todos pra conhecer os daí. E assim está feita a troca! Até a próxima matéria.

Projeto fará 5 oficinas presenciais no Estado de São Paulo

O Maracatu.org.br nasceu para organizar na Internet Nações e Grupos de Maracatu de Baque Virado, potencializando a rede formada por seus brincantes, disponibilizando conteúdos e colaborando para o fortalecimento desta cultura. A ideia é bem simples, Nações e Grupos de Maracatu recebem páginas do tipo sua nação.maracatu.org.br ou seugrupo.maracatu.org.br e participam de oficinas para aprender a publicar seus conteúdos e administrar seus sites de forma autônoma.

inscricoes_maracatu2010

Lançado oficialmente em Dezembro de 2009 com a adesão de 4 grupos da cidade de São Paulo e um grupo de Santos, já conta com cerca de 25 mil acessos. No ano de 2010 realizaremos oficinas com o patrocínio do PROAC para mais 5 grupos de São Paulo, além de disponibilizar páginas para Nações e Grupos de todo o país, realizar oficinas online e publicar tutorias sobre como usar o Maracatu.org.br.

Nações e Grupos de Maracatu de Baque Virado, participem do Maracatu.org.br. Inscrições abertas de 15 de Maio a 15 de Junho de 2010.

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Sejam tod@s bem vindos!

Equipe do Maracatu.org.br